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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 164 a 191 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters enfatiza que os novos negócios precisam reentender as prioridades de segmentação. Duas áreas carecem de novos entendimentos: as mulheres e os idosos. A seguir, uma visão dos condicionantes desta realidade.

Peters afirma que as mulheres passam a ser o mercado definitivamente emergente no contexto da decisão de compra. Em outra frente, distinguem-se os “cinquentões” como fator de nova vitalidade de consumo junto ao público idoso. Através de suas reflexões é possível perceber como a empresa deve encará-los e trabalhar proativamente para explorá-los como grandes novas oportunidades.

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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 110 a 163 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters procura dar novo significado para a marca. Para ele, ela deve ser a síntese da “experiência” que vivem os consumidores com os produtos que ela representa. No esquema a seguir, os fatores intervenientes que contribuem para a formulação de estratégias mercadológicas para a marca.

Para Peters para se desenvolver o  “negócio dos sonhos” é preciso entrecruzar design e sistemas concretizado em uma política adequada de ” branding“. Nestas acepções, é possível alcançar-se um novo e sustentável patamar de “satisfação dos clientes“.

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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 18 a 109 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters coloca-se na posição de visionário empresarial em sua obra Reimagine.  Ele percebe que os modelos de administração estão sofrendo mutações significativas.  A seguir, é exibido um esquema que discute três questões fundamentais: contexto, tecnologia e criação de valor.

Procurando entender os mecanismos estratégicos de sobrevivência empresarial no século XXI com base nos postulados de Tom Peters, primeiramente, pode-se afirmar que é o contexto que está determinando a necessidade de revolucionar os paradigmas empresariais, tendo a desconstrução como princípio norteador primordial. Assim, novas regras se impõe para que se gere a necessária criação de valor. As influências tecnológicas se constituem em recursos mestre para as inovações necessárias e assim serão concebidos novos processos para criação de valor, sintonizados com a evolução mercadológica.

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MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico – Páginas 11 a 25 e KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Organização orientada para estratégia – Páginas 77 a 144 – Visão de Cleon Gostinski

MintzbergAhlstrand e Lampel proporcionam uma excelente visão sobre a amplitude das possibilidades do pensamento estratégico e Kaplan e Norton estabelecem fórmulas para operacionalizar estratégias e objetivos junto ao já bastante difundido processo Balanced Scorecard. A seguir, uma visão de integralidade entre as teorias discutidas pelos autores.

Em primeira perspectiva estão as diferentes escolas que demonstram a evolução da concepção estratégica empresarial: de uma ação prescritiva para visões descritivas centradas primeiramente no indivíduo, também considerando forças e agentes externos e, finalmente, culminando em uma postura multidimensional para o equacionamento de complexidades. Um dos processos amplamente aceitos e difundidos para a operacionalização da administração estratégica é o Balanced Scorecard que proporciona a moldagem de objetivos através de uma cadeia lógica acionada por vetores mobilizadores de criação de valor.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 140 a 179 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como evoluiu a guerra empresarial clássica de marketing no ramo de computadores. Em outras frentes, se define a lógica estratégica do marketing empresarial e as qualidades do general de marketing – o estrategista.

Em ambientes mercadológicos altamente competitivos as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força. Através dos movimentos empresariais ocorridos no ramo de computadores nos Estados Unidos durante o século XX, os autores definem erros e acertos estratégicos empresariais em perspectiva cronológica. Para entender a lógica destas conclusões, Ries e Trout definem que a estratégia deve seguir a tática de forma sistêmica, contrariando o padrão de comportamento empresarial comum no mercado. Além disso, e ainda comparando com pensamentos militaristas, eles definem níveis de credenciamento para que um empresário se torne um legítimo general de marketing.

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