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Uma Nova Visão do Sofrimento Humano nas Organizações

O pesquisador Christophe Dejours revela contundentes perspectivas sobre como entender o sofrimento dos indivíduos nos espaços de trabalho nas organizações. Partindo de uma visão integralizadora da evolução dos sujeitos, ele define primeiramente as perspectivas de entendimento de alguns estudiosos sobre o sofrimento nas empresas do século XX para, depois, compreender os indivíduos como agentes capazes de converter os seus sofrimentos em prazer através da criatividade. No esquema, a seguir, os aspectos centrais capazes de concretizar a visão do autor.

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Palavras: A Ferramenta do Executivo

Alain Chanlat e Renée Bédard discutem importantes aspectos sobre o conteúdo da fala do líder. Partindo das configurações empresariais contemporâneas, marcadas pela racionalidade, os autores argumentam sobre o uso da língua como sistema de signos na criação de sentido; a utilização da fala na construção de individualidades, culminando com a nomeação dos obstáculos e as condições favoráveis ao diálogo no ambiente de trabalho. Finalmente, são especificadas as qualidades humanas que subordinados nomeiam como fundamentais para o exercício da liderança. No esquema, a seguir, um quadro comparativo que coloca as organizações em duas perspectivas diferentes: os Níveis de ComunicaçãoRelacionamento na Empresa para a organização formal (racional) e para a organização real (a verdade por detrás das formalidades).

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Feitas para Durar: desmistificando empresas visionárias

James Collins em seu prestigiado e conceituado estudo, Feitas para Durar,  desmistifica empresas visionárias de alguns icônicos clichês de mercado, que procuram justificar as razões de sucessos e fracassos empresariais. Procurando entender os mecanismos que regulam as trajetórias de empresas vencedoras em quase um século de suas existências, ele estabelece novas percepções que proporcionaram e continuam a proporcionar quadros empresariais evolutivos. No esquema, a seguir, algumas considerações pertinentes ao estudo realizado.

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Poder, Linguagem e Ação nas Organizações

Stewart Clegg em seu artigo Poder, Linguagem e Ação nas Organizações do livro O Indivíduo na Organização de Jean-François Chanlat, levanta questões complexas sobre como equacionar  as pessoas dentro das empresas, primeiramente como potencialidades para, depois, estabelecer seu comportamento no desenvolvimento da tomada de decisões e as consequentes condicionantes da ação na coletividade organizacional. Para dar conta de sua análise, Clegg reconhece que as Estruturas de Poder determinam as decisivas ações dos sujeitos para a produção de resultados. No esquema, a seguir, algumas possíveis estratificações para a leitura da realidade e a indicação de que os Mecanismos de Dominação são determinantes para o reconhecimento dos aspectos que implicam no desempenho.


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Por uma nova antropologia da condição humana nas organizações

Em nossa última aula do dia 06 de março, nossa colega Mariana Caetano nos apresentou o artigo Por uma Antropologia da Condição Humana nas Organizações de Jean-François Chanlat, onde se estabelece uma importante reflexão sobre como as empresas assimilam as pessoas em seus contextos de trabalho. Reconhecendo o predomínio de um paradigma racionalista, o autor propõe uma decisiva reflexão que indica a necessidade de reformulações no modo como as pessoas são tratadas nas organizações, tendo em vista a adequada e imprescindível absorção de uma pulsante e evolutiva realidade. No desenho, a seguir, alguns dos elementos-chave que precisam ser considerados para que se descortine apropriadas soluções para o melhor entendimento do que precisa ser feito.

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