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Da Informação à Argumentação

Richard Déry em seu artigo Da Informação à Argumentação parte dos pressupostos de Mintzberg sobre os papéis interpessoais, informacionais e decisionais de direção para identificar os diversos tipos de argumentos que os atores organizacionais utilizam para justificar seus posicionamentos no espaço de trabalho. Ele identifica cinco possibilidades conforme demonstrado na figura a seguir:

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A Linguagem nas Organizações: Signos e Símbolos

Jacques Girin em seu artigo A Linguagem nas Organizações: Signos e Símbolos pondera que na empresa a linguagem ultrapassa absolutamente as fronteiras da função informativa. Ele se remete a uma teoria de significado para estabelecer um grande número de elementos que definem em profundidade as funções da linguagem nos relacionamentos interpessoais nas empresas. Se refere, ainda, as situações e aos contextos para explicar a evolução da comunicação no âmbito dos negócios.

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Interioridade, Gestão e Organização da Realidade Psíquica como Fundamento da Gestão

Laurent Lapierre em seu artigo Interioridade, Gestão e Organização da Realidade Psíquica como Fundamento da Gestão assinala que os estudos em torno da administração empresarial se respaldam, sobretudo, sobre a objetividade e a subjetividade, que norteia os processos decisórios, normalmente é negligenciada. Em três diferentes perspectivas: visão, posição afetiva intra-individual e interação e influência, o autor traça um paralelo entre a Interioridade (privilegiando a subjetividade) e a Exterioridade (privilegiando a objetividade), como peculiares e diferenciados métodos de administração.

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Executivas: Quais as Diferenças na Diferença?

A pesquisadora Françoise Belle em seu artigo Executivas: “Quais as Diferenças na Diferença?”, estabelece um paralelo entre a reivindicação da igualdade e a definição da identidade da mulher nas organizações, enfatizando que as empresas são concepções masculinas e que a discriminação por gênero é fator histórico e, nestas condições, praticamente irreversível. Considera, ainda, que a cultura empresarial é questão fundamental para o exercício da identidade profissional das executivas. Analisa também, três diferentes empresas com culturas diferenciadas, onde executivas exercem sua “feminilidade” de modos particulares. No esquema, a seguir, cinco fatores que indicam interferências no gerenciamento das vidas profissional e pessoal de executivas.

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A Neurose Profissional

Nicole Aubert em seu artigo A Neurose Profissional discute várias facetas de situações patológicas resultantes da ação dos indivíduos frente aos processos de trabalho em organizações. Ele faz distinção entre stress e neurose, qualificando os seus desdobramentos comportamentais e nomeia três diferentes caracterizações bastante peculiares: a Neurose Profissional Traumática; a Psiconeurose Profissional e a Neurose de Excelência, citando exemplos esclarecedores.

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