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Antropologia, Cultura e Organização: Proposta de um Modelo Construtivista

O pesquisador Jean-Pierre Dupuis estabelece relações entre antropologia, cultura e organização para equacionar a proposta de um Modelo Construtivista. Para tanto, Dupuis considera o ator universal, as práticas sociais dos atores e as suas práticas significativas colocando em perspectiva a antropologia e as ciências da organização. Na imagem, a seguir, alguns fatores determinantes que tem como referência o método etnográfico.

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A Gestão dos Conflitos nas Organizações

No artigo de Alain Rondeau,  A Gestão dos Conflitos nas Organizações é exposta a evolução do pensamento administrativo em relação à noção de conflito, através de quatro perspectivas diante de diferentes modelos de administração: o racional, o de relações humanas, o político e o sistêmico. Mais do que isto, o autor propõe um modelo de diagnóstico do conflito em três níveis: primeiramente, uma análise estrutural, uma análise dinâmica e, finalmente, uma análise diacrônica, cada uma com as suas peculiaridades. Na imagem, a seguir, é possível visualizar resoluções comportamentais para situações de conflito.

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Heterofobia e Racismo nas Organizações

Sylvie Vincent em seu artigo Heterofobia e Racismo nas Organizações faz considerações consistentes sobre o discurso racista e o racismo no contexto da relação com o outro, considerando a alteridade em três níveis: a construção e rejeição do outro; a hierarquização do outro e a justificação pela ciência. A partir disto, ela estabelece a função do racismo e o racismo em ação, considerando-o em duas perspectivas: uma institucional e outra cultural.

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Identidades e Práticas Linguísticas na Empresa

Anni Borzeix e Danièle Linhart no artigo Identidades e Práticas Linguísticas na Empresa discutem sobre a difícil emergência de novos interlocutores coletivos nas organizações. O estudo é fruto de uma análise sobre o direito de expressão direta e coletiva dos assalariados sobre as condições e a organização do trabalho na França – a lei Auroux de 4 de agosto de 1982. Analisando expressão e organização, expressão e negociação e palavra e ação, as autoras procuram entender as dificuldades em se constituir um “locutor coletivo” diante de diferentes empresas com culturas peculiares.

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