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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 17-61 – Visão de Cleon Gostinski

Avaliando o texto de Bauer verifica-se que seu pensamento esta centrado em descrever e comparar primordialmente dois paradigmas atualmente em andamento na sociedade global: o voltado para uma visão de simplificação dos fenômenos – conhecido como cartesiano e outro que reconhece a existência da complexidade – denominado sistêmico.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Foi definido como foco principal da análise as relações de antagonismo entre os paradigmas 1 e 2 dominantes e que são motivo de uma legítima revolução científica, pois o que versa sobre complexidades aponta claras anomalias no positivista, promovendo severas mudanças no modo de pensar e agir da sociedade. Considerando ainda a existência de um terceiro paradigma primordial, o Aristotélico-Tomista, que percebe a realidade como um misto de ciência e realidade, procura-se entender como todos contribuem e estão a contribuir para futuras ações empresariais. Reconhece-se que foi através dos primeiros passos da revolução tecnológica que se estabeleceram as bases das teorias de administração, ainda hoje essencialmente ligadas ao paradigma 01, mesmo que muito já se tenha evoluido.
Em uma perspectiva comparativa verifica-se contudo, permeabilidade entre os dois paradigmas a partir da contestação de valores como “progresso acima de tudo” e o “homem onipotente“, da aceitação que é fundamental a existência de uma “normatividade” e de que o homem precisa reconhecer sua “responsabilidade” e “dependência do sistema global“. Só desta forma será possível que as organizações se conscientizem  das complexidades inerentes a suas ações como “um sistema de relações e interaçõesprodutivas.

Posted fevereiro 28th, 2011.

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