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Por uma nova antropologia da condição humana nas organizações

Em nossa última aula do dia 06 de março, nossa colega Mariana Caetano nos apresentou o artigo Por uma Antropologia da Condição Humana nas Organizações de Jean-François Chanlat, onde se estabelece uma importante reflexão sobre como as empresas assimilam as pessoas em seus contextos de trabalho. Reconhecendo o predomínio de um paradigma racionalista, o autor propõe uma decisiva reflexão que indica a necessidade de reformulações no modo como as pessoas são tratadas nas organizações, tendo em vista a adequada e imprescindível absorção de uma pulsante e evolutiva realidade. No desenho, a seguir, alguns dos elementos-chave que precisam ser considerados para que se descortine apropriadas soluções para o melhor entendimento do que precisa ser feito.

Posted março 8th, 2012.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 63-149 – Visão de Cleon Gostinski

Para se compreender como as Associações Humanas podem se dar como Sistemas, Bauer propõe interessantes correlações que fundamentam a contestação do paradigma Cartesiano Newtoniano em favor de uma visão de complexidade.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Considerando as teorias de Maturana e Varela se compreende através da Autopoiesis que os indivíduos, a sociedade, o planeta Terra e até mesmo o Espaço Sideral estão subordinados a um sistema estratificado. Assim, as Associações Humanas como as organizações, as empresas, os grupos sociais e a família vivem em condição de autotranscendência. Na verdade, Bauer defende que vive-se em um paradigma de cenários encadeados e de mudanças contínuas, onde a comunicação promove, no âmbito das relações humanas, as condições de complexidade múltiplos estímulos espontâneos, induzidos e/ou aleatórios. Neste enfoque, a transdisciplinaridade pode capacitar para que se compreenda uma “ordem” relativa em um Estado Caótico. Considerando a existência de inúmeras variáveis se reconhece que a compreensão do universo de fenômenos a que todos estão sujeitos é extremamente limitada, mas que em função da identificação de propriedades emergentes em cada composto de variáveis é possível delinear atratores, responsáveis por resultados e desencadeamento das mudanças contínuas. Assim, se constrói o Caos Determinístico que implica na evolução, involução ou extinção dos sistemas.

Posted março 7th, 2011.

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