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Uma Nova Visão do Sofrimento Humano nas Organizações

O pesquisador Christophe Dejours revela contundentes perspectivas sobre como entender o sofrimento dos indivíduos nos espaços de trabalho nas organizações. Partindo de uma visão integralizadora da evolução dos sujeitos, ele define primeiramente as perspectivas de entendimento de alguns estudiosos sobre o sofrimento nas empresas do século XX para, depois, compreender os indivíduos como agentes capazes de converter os seus sofrimentos em prazer através da criatividade. No esquema, a seguir, os aspectos centrais capazes de concretizar a visão do autor.

Posted março 27th, 2012.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 45 a 83 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra em perspectiva histórica com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como as questões pertinentes aos princípios de guerra defensiva, ofensiva e de flanqueamento.

Em ambientes mercadológicos altamente competitivos, as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força. De acordo com os autores, para as empresas líderes em seus mercados específicos as estratégias sempre devem ser sempre defensivas. Isto inclui a coragem de atacar-se a si próprio e a disposição de bloquear os fortes movimentos competitivos da concorrência. Para as empresas cujo posicionamento é de segundo e terceiro lugares no seus mercados específicos cabe a guerra ofensiva. Isto inclui a busca de uma frente o mais estreita possível, a consideração da força da posição do líder e a busca e o ataque de uma fraqueza do líder. Já as organizações que possuem diferenciais inovadores devem fazer guerra de flanqueamento. Isto inclui uma série de medidas muito bem estudadas a fim de que as ações tenham efetividade sustentável.

Posted abril 19th, 2011.

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