Mudança: a única verdade inquestionável do universo

Concluido o projeto 2011-2, é o momento de remodelar conceitos e de buscar identidades compatíveis com o ritmo de mudanças no qual estamos idelevelmente inseridos. Assim, o insani.com.br se propõe a discutir Tópicos Especiais em Administração, com ênfase nas complexidades do relacionamento dos indivíduos nas organizações no  primeiro semestre 2012 junto a uma turma de educandos da FACCATFaculdades Integradas de Taquara no Rio Grande do Sul.

Partindo da identificação de novas singularidades, a futura proposta de trabalho  contempla a geração de conhecimentos capazes de desencadear novas compreensões  a fim de determinar as ações empresariais na sociedade contemporânea.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 140 a 179 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como evoluiu a guerra empresarial clássica de marketing no ramo de computadores. Em outras frentes, se define a lógica estratégica do marketing empresarial e as qualidades do general de marketing – o estrategista.

Em ambientes mercadológicos altamente competitivos as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força. Através dos movimentos empresariais ocorridos no ramo de computadores nos Estados Unidos durante o século XX, os autores definem erros e acertos estratégicos empresariais em perspectiva cronológica. Para entender a lógica destas conclusões, Ries e Trout definem que a estratégia deve seguir a tática de forma sistêmica, contrariando o padrão de comportamento empresarial comum no mercado. Além disso, e ainda comparando com pensamentos militaristas, eles definem níveis de credenciamento para que um empresário se torne um legítimo general de marketing.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 45 a 83 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra em perspectiva histórica com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como as questões pertinentes aos princípios de guerra defensiva, ofensiva e de flanqueamento.

Em ambientes mercadológicos altamente competitivos, as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força. De acordo com os autores, para as empresas líderes em seus mercados específicos as estratégias sempre devem ser sempre defensivas. Isto inclui a coragem de atacar-se a si próprio e a disposição de bloquear os fortes movimentos competitivos da concorrência. Para as empresas cujo posicionamento é de segundo e terceiro lugares no seus mercados específicos cabe a guerra ofensiva. Isto inclui a busca de uma frente o mais estreita possível, a consideração da força da posição do líder e a busca e o ataque de uma fraqueza do líder. Já as organizações que possuem diferenciais inovadores devem fazer guerra de flanqueamento. Isto inclui uma série de medidas muito bem estudadas a fim de que as ações tenham efetividade sustentável.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 01 a 44 – Visão de Cleon Gostinski

Ries e Trout associam as estratégias militares de guerra em perspectiva histórica com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, uma visão introdutória de suas propostas.

Para os autores a tradicional orientação mercadológica para o cliente é um erro. Não se pode mais basear as decisões estratégicas em pesquisas de mercado, que simplesmente medem a opinião dos consumidores. O caminho correto do marketing no século XX deve ser baseado na visão de Karl Von Clausewitz.  Uma análise apurada de guerras da antiguidade à segunda guerra mundial fornecem soluções para situações específicas do cotidiano estratégico empresarial. A verdadeira orientação de marketing deve ser, isto sim, para a concorrência, onde o princípio da força e a superioridade da posição defensiva são questões chave. Os autores destacam que as empresas devem encarar a nova era da concorência onde o campo de batalha se estabelece na mente dos compradores, A partir deste conhecimento e da realidade do mercado, a ação mercadológica deve se dar através do que denominam de quadrado estratégico.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 17-61 – Visão de Cleon Gostinski

Avaliando o texto de Bauer verifica-se que seu pensamento esta centrado em descrever e comparar primordialmente dois paradigmas atualmente em andamento na sociedade global: o voltado para uma visão de simplificação dos fenômenos – conhecido como cartesiano e outro que reconhece a existência da complexidade – denominado sistêmico.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Foi definido como foco principal da análise as relações de antagonismo entre os paradigmas 1 e 2 dominantes e que são motivo de uma legítima revolução científica, pois o que versa sobre complexidades aponta claras anomalias no positivista, promovendo severas mudanças no modo de pensar e agir da sociedade. Considerando ainda a existência de um terceiro paradigma primordial, o Aristotélico-Tomista, que percebe a realidade como um misto de ciência e realidade, procura-se entender como todos contribuem e estão a contribuir para futuras ações empresariais. Reconhece-se que foi através dos primeiros passos da revolução tecnológica que se estabeleceram as bases das teorias de administração, ainda hoje essencialmente ligadas ao paradigma 01, mesmo que muito já se tenha evoluido.
Em uma perspectiva comparativa verifica-se contudo, permeabilidade entre os dois paradigmas a partir da contestação de valores como “progresso acima de tudo” e o “homem onipotente“, da aceitação que é fundamental a existência de uma “normatividade” e de que o homem precisa reconhecer sua “responsabilidade” e “dependência do sistema global“. Só desta forma será possível que as organizações se conscientizem  das complexidades inerentes a suas ações como “um sistema de relações e interaçõesprodutivas.

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