Relações de Transferência na Empresa: Confusões e Atritos no Processo Decisório

Manfred F. R. Kets de Vries discute as tramas psicológicas de relacionamento que se desenvolvem nas organizações através do artigo Relações de Transferência na Empresa: Confusões e Atritos no Processo Decisório. Ele inicia suas considerações revelando as origens e a essência dos mecanismos de transferência nas relações interpessoais. Reconhece ainda a existência de três grandes estruturas de transferência: a idealizada; a narcisista e a persecutória. Ele as discute sempre em duas perspectivas diferentes, quando adotadas pelo líder ou como fruto do comportamento do subordinado. Na imagem a seguir, uma representação de transferência de um indivíduo – as condições de assimilação do comportamento quando criança e a sua reprodução quando adulto, adaptada a realidade de trabalho.

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Poder, Linguagem e Ação nas Organizações

Stewart Clegg em seu artigo Poder, Linguagem e Ação nas Organizações do livro O Indivíduo na Organização de Jean-François Chanlat, levanta questões complexas sobre como equacionar  as pessoas dentro das empresas, primeiramente como potencialidades para, depois, estabelecer seu comportamento no desenvolvimento da tomada de decisões e as consequentes condicionantes da ação na coletividade organizacional. Para dar conta de sua análise, Clegg reconhece que as Estruturas de Poder determinam as decisivas ações dos sujeitos para a produção de resultados. No esquema, a seguir, algumas possíveis estratificações para a leitura da realidade e a indicação de que os Mecanismos de Dominação são determinantes para o reconhecimento dos aspectos que implicam no desempenho.


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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 84 a 139 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como as questões pertinentes ao princípios de guerra de guerrilha e as guerras empresariais clássicas de marketing (Colas, Burgers e Cervejas) podem ser percebidas.

Em continuidade ao pensamento que em ambientes mercadológicos altamente competitivos as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força, os autores apontam uma quarta estratégia, Guerra de Guerrilha, destinada para a grande maioria das empresas em atuação no mercado. São três os princípios fundamentais que devem nortear os seus comportamentos: primeiramente encontrar um segmento de mercado pequeno onde possa se estabelecer como líder; nunca agir como líder do mercado global do segmento mercadológico; retirar-se do mercado quando este for atacado por um concorrente com força superior. O quadrado estratégico definido pelos autores possibilita a análise histórica de guerras empresariais clássicas de marketing, analisando-as a partir dos diferentes princípios estabelecidos. Na imagem, uma síntese das ações das principais empresas dos ramos Cola, Burger e Cerveja no mercado estadudinense no século XX.

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