A Linguagem nas Organizações: Signos e Símbolos

Jacques Girin em seu artigo A Linguagem nas Organizações: Signos e Símbolos pondera que na empresa a linguagem ultrapassa absolutamente as fronteiras da função informativa. Ele se remete a uma teoria de significado para estabelecer um grande número de elementos que definem em profundidade as funções da linguagem nos relacionamentos interpessoais nas empresas. Se refere, ainda, as situações e aos contextos para explicar a evolução da comunicação no âmbito dos negócios.

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Executivas: Quais as Diferenças na Diferença?

A pesquisadora Françoise Belle em seu artigo Executivas: “Quais as Diferenças na Diferença?”, estabelece um paralelo entre a reivindicação da igualdade e a definição da identidade da mulher nas organizações, enfatizando que as empresas são concepções masculinas e que a discriminação por gênero é fator histórico e, nestas condições, praticamente irreversível. Considera, ainda, que a cultura empresarial é questão fundamental para o exercício da identidade profissional das executivas. Analisa também, três diferentes empresas com culturas diferenciadas, onde executivas exercem sua “feminilidade” de modos particulares. No esquema, a seguir, cinco fatores que indicam interferências no gerenciamento das vidas profissional e pessoal de executivas.

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Espaço, Identidade e Organização

Em seu artigo Espaço, Identidade e Organização, Gustave-Nicolas Fischer, discute a dimensão dos espaços físicos nas organizações como forma de entender as relações de trabalho. Ele parte da compreensão de uma Psicologia Ambiental para estabelecer os aspectos humanos relevantes nas relações de interação dos indivíduos nas empresas. Discute assim, aspectos importantes como território, dominação territorial, demarcação de territórios, o espaço pessoal e os processos de apropriação de espaços. Ele demonstra que o espaço é o espelho da organização, discutindo a sua evolução a partir do modelo taylorista a uma nova dinâmica comportamental consonante com a empresa atual e com suas realidades culturais. Avança ainda, no sentido de ponderar sobre novas perspectivas de equacionamento do espaço a partir dos avanços tecnológicos, como resumido na figura, a seguir.

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Palavras: A Ferramenta do Executivo

Alain Chanlat e Renée Bédard discutem importantes aspectos sobre o conteúdo da fala do líder. Partindo das configurações empresariais contemporâneas, marcadas pela racionalidade, os autores argumentam sobre o uso da língua como sistema de signos na criação de sentido; a utilização da fala na construção de individualidades, culminando com a nomeação dos obstáculos e as condições favoráveis ao diálogo no ambiente de trabalho. Finalmente, são especificadas as qualidades humanas que subordinados nomeiam como fundamentais para o exercício da liderança. No esquema, a seguir, um quadro comparativo que coloca as organizações em duas perspectivas diferentes: os Níveis de ComunicaçãoRelacionamento na Empresa para a organização formal (racional) e para a organização real (a verdade por detrás das formalidades).

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Feitas para Durar: desmistificando empresas visionárias

James Collins em seu prestigiado e conceituado estudo, Feitas para Durar,  desmistifica empresas visionárias de alguns icônicos clichês de mercado, que procuram justificar as razões de sucessos e fracassos empresariais. Procurando entender os mecanismos que regulam as trajetórias de empresas vencedoras em quase um século de suas existências, ele estabelece novas percepções que proporcionaram e continuam a proporcionar quadros empresariais evolutivos. No esquema, a seguir, algumas considerações pertinentes ao estudo realizado.

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Mudança: a única verdade inquestionável do universo

Concluido o projeto 2011-2, é o momento de remodelar conceitos e de buscar identidades compatíveis com o ritmo de mudanças no qual estamos idelevelmente inseridos. Assim, o insani.com.br se propõe a discutir Tópicos Especiais em Administração, com ênfase nas complexidades do relacionamento dos indivíduos nas organizações no  primeiro semestre 2012 junto a uma turma de educandos da FACCATFaculdades Integradas de Taquara no Rio Grande do Sul.

Partindo da identificação de novas singularidades, a futura proposta de trabalho  contempla a geração de conhecimentos capazes de desencadear novas compreensões  a fim de determinar as ações empresariais na sociedade contemporânea.

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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 192 a 231 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters estabelece que as empresas conectadas com o futuro reconhecem que são necessárias novas formas de estabelecer as relações de trabalho.

Peters argumenta que a ação empresarial deve se reconfigurar através de ações por projetos, onde o objetivo central é desenvolver contínuas ações de inovação. Neste perspectiva e para que se alcance sucesso, as relações de poder devem ser entendidas em novas dinâmicas, onde o agir e o comando são funções incrementais. Só assim , o processo de vendas poderá se traduzir em altos níveis de performance.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 01 a 44 – Visão de Cleon Gostinski

Ries e Trout associam as estratégias militares de guerra em perspectiva histórica com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, uma visão introdutória de suas propostas.

Para os autores a tradicional orientação mercadológica para o cliente é um erro. Não se pode mais basear as decisões estratégicas em pesquisas de mercado, que simplesmente medem a opinião dos consumidores. O caminho correto do marketing no século XX deve ser baseado na visão de Karl Von Clausewitz.  Uma análise apurada de guerras da antiguidade à segunda guerra mundial fornecem soluções para situações específicas do cotidiano estratégico empresarial. A verdadeira orientação de marketing deve ser, isto sim, para a concorrência, onde o princípio da força e a superioridade da posição defensiva são questões chave. Os autores destacam que as empresas devem encarar a nova era da concorência onde o campo de batalha se estabelece na mente dos compradores, A partir deste conhecimento e da realidade do mercado, a ação mercadológica deve se dar através do que denominam de quadrado estratégico.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 63-149 – Visão de Cleon Gostinski

Para se compreender como as Associações Humanas podem se dar como Sistemas, Bauer propõe interessantes correlações que fundamentam a contestação do paradigma Cartesiano Newtoniano em favor de uma visão de complexidade.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Considerando as teorias de Maturana e Varela se compreende através da Autopoiesis que os indivíduos, a sociedade, o planeta Terra e até mesmo o Espaço Sideral estão subordinados a um sistema estratificado. Assim, as Associações Humanas como as organizações, as empresas, os grupos sociais e a família vivem em condição de autotranscendência. Na verdade, Bauer defende que vive-se em um paradigma de cenários encadeados e de mudanças contínuas, onde a comunicação promove, no âmbito das relações humanas, as condições de complexidade múltiplos estímulos espontâneos, induzidos e/ou aleatórios. Neste enfoque, a transdisciplinaridade pode capacitar para que se compreenda uma “ordem” relativa em um Estado Caótico. Considerando a existência de inúmeras variáveis se reconhece que a compreensão do universo de fenômenos a que todos estão sujeitos é extremamente limitada, mas que em função da identificação de propriedades emergentes em cada composto de variáveis é possível delinear atratores, responsáveis por resultados e desencadeamento das mudanças contínuas. Assim, se constrói o Caos Determinístico que implica na evolução, involução ou extinção dos sistemas.

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