PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 110 a 163 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters procura dar novo significado para a marca. Para ele, ela deve ser a síntese da “experiência” que vivem os consumidores com os produtos que ela representa. No esquema a seguir, os fatores intervenientes que contribuem para a formulação de estratégias mercadológicas para a marca.

Para Peters para se desenvolver o  “negócio dos sonhos” é preciso entrecruzar design e sistemas concretizado em uma política adequada de ” branding“. Nestas acepções, é possível alcançar-se um novo e sustentável patamar de “satisfação dos clientes“.

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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 18 a 109 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters coloca-se na posição de visionário empresarial em sua obra Reimagine.  Ele percebe que os modelos de administração estão sofrendo mutações significativas.  A seguir, é exibido um esquema que discute três questões fundamentais: contexto, tecnologia e criação de valor.

Procurando entender os mecanismos estratégicos de sobrevivência empresarial no século XXI com base nos postulados de Tom Peters, primeiramente, pode-se afirmar que é o contexto que está determinando a necessidade de revolucionar os paradigmas empresariais, tendo a desconstrução como princípio norteador primordial. Assim, novas regras se impõe para que se gere a necessária criação de valor. As influências tecnológicas se constituem em recursos mestre para as inovações necessárias e assim serão concebidos novos processos para criação de valor, sintonizados com a evolução mercadológica.

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MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico – Páginas 11 a 25 e KAPLAN, R. S.; NORTON, D. P. Organização orientada para estratégia – Páginas 77 a 144 – Visão de Cleon Gostinski

MintzbergAhlstrand e Lampel proporcionam uma excelente visão sobre a amplitude das possibilidades do pensamento estratégico e Kaplan e Norton estabelecem fórmulas para operacionalizar estratégias e objetivos junto ao já bastante difundido processo Balanced Scorecard. A seguir, uma visão de integralidade entre as teorias discutidas pelos autores.

Em primeira perspectiva estão as diferentes escolas que demonstram a evolução da concepção estratégica empresarial: de uma ação prescritiva para visões descritivas centradas primeiramente no indivíduo, também considerando forças e agentes externos e, finalmente, culminando em uma postura multidimensional para o equacionamento de complexidades. Um dos processos amplamente aceitos e difundidos para a operacionalização da administração estratégica é o Balanced Scorecard que proporciona a moldagem de objetivos através de uma cadeia lógica acionada por vetores mobilizadores de criação de valor.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 84 a 139 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como as questões pertinentes ao princípios de guerra de guerrilha e as guerras empresariais clássicas de marketing (Colas, Burgers e Cervejas) podem ser percebidas.

Em continuidade ao pensamento que em ambientes mercadológicos altamente competitivos as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força, os autores apontam uma quarta estratégia, Guerra de Guerrilha, destinada para a grande maioria das empresas em atuação no mercado. São três os princípios fundamentais que devem nortear os seus comportamentos: primeiramente encontrar um segmento de mercado pequeno onde possa se estabelecer como líder; nunca agir como líder do mercado global do segmento mercadológico; retirar-se do mercado quando este for atacado por um concorrente com força superior. O quadrado estratégico definido pelos autores possibilita a análise histórica de guerras empresariais clássicas de marketing, analisando-as a partir dos diferentes princípios estabelecidos. Na imagem, uma síntese das ações das principais empresas dos ramos Cola, Burger e Cerveja no mercado estadudinense no século XX.

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RIES, Al., TROUT, Jack. Marketing de guerra – Páginas 45 a 83 – Visão de Cleon Gostinski

RiesTrout associam as estratégias militares de guerra em perspectiva histórica com ações empresariais competitivas do século XX. A seguir, pode ser visto como as questões pertinentes aos princípios de guerra defensiva, ofensiva e de flanqueamento.

Em ambientes mercadológicos altamente competitivos, as estratégias empresariais devem obedecer fundamentalmente o princípio da força. De acordo com os autores, para as empresas líderes em seus mercados específicos as estratégias sempre devem ser sempre defensivas. Isto inclui a coragem de atacar-se a si próprio e a disposição de bloquear os fortes movimentos competitivos da concorrência. Para as empresas cujo posicionamento é de segundo e terceiro lugares no seus mercados específicos cabe a guerra ofensiva. Isto inclui a busca de uma frente o mais estreita possível, a consideração da força da posição do líder e a busca e o ataque de uma fraqueza do líder. Já as organizações que possuem diferenciais inovadores devem fazer guerra de flanqueamento. Isto inclui uma série de medidas muito bem estudadas a fim de que as ações tenham efetividade sustentável.

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