PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 164 a 191 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters enfatiza que os novos negócios precisam reentender as prioridades de segmentação. Duas áreas carecem de novos entendimentos: as mulheres e os idosos. A seguir, uma visão dos condicionantes desta realidade.

Peters afirma que as mulheres passam a ser o mercado definitivamente emergente no contexto da decisão de compra. Em outra frente, distinguem-se os “cinquentões” como fator de nova vitalidade de consumo junto ao público idoso. Através de suas reflexões é possível perceber como a empresa deve encará-los e trabalhar proativamente para explorá-los como grandes novas oportunidades.

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SUN TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais – Páginas 90 a 141 – Visão de Cleon Gostinski

Sun Tzu define princípios fundamentais sobre estratégias militares na antiguidade que podem ser associados ao contexto competitivo empresarial dos dias atuais.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Um dos grandes méritos de Sun Tzu era entender que as ações militares obtêm sucesso de acordo com a movimentação dos exércitos. Neste sentido, eles estabeleceu uma série de princípios norteadores dependentes desta perspectiva.  Avaliando as condições dos terrenos de batalha, as qualidades do seu exército e antecipando as ações de seus inimigos, ele define decisões clássicas e indica o que fazer frente à nove possíveis cenários de combate. Sun Tzu atrela imprescindíveis qualidades que o comandante deve possuir e prioridades que necessita impor para a obtenção de vitórias. Igualmente importante, é a sua visão sobre o relacionamento do líder com seus contingentes militares: diversas questões decisivas para o triunfo nas guerras.

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SUN TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais – Páginas 55 a 89 – Visão de Cleon Gostinski

Sun Tzu define princípios fundamentais sobre estratégias militares na antiguidade que podem ser associados ao contexto competitivo empresarial dos dias atuais.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Mais do que estrategista, Sun Tzu era um líder brilhante. Tinha qualidades excepcionais para a interpretação e ação frente aos mais complexos contextos.  Sua visão do mundo era orgânica, diferente dos seus oponentes que evidentemente implementavam suas ações em perspectiva objetiva. A base das reflexões de Sun Tzu era a análise dos pontos fortes e fracos, tanto dos oponentes como de si mesmo. A partir disto, definia diferentes possibilidades de confrontos a fim de sempre obter vantagens competitivas, obtidas através de manobras sempre meticulosamente planejadas.

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SUN TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais – Páginas 13 a 54 – Visão de Cleon Gostinski

Sun Tzu define princípios fundamentais sobre estratégias militares na antiguidade que podem ser associados ao contexto competitivo empresarial dos dias atuais.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Usando uma lógica própria, mas também atrelada à rituais, ao misticismo e a códigos de conduta, o general Sun Tzu desenvolveu uma filosofia única para a Operação de Guerra, que envolvem fatores de análise estratégica e princípios claros para a tomada de decisões. Em conjunto, eles determinam posições e táticas a serem seguidas.  Estes ensinamentos que levaram Sun Tzu, partindo de uma pequena porção de terra, a conquistar praticamente todo o território chinês na antiguidade, podem ser extrapolados para a atual dinâmica competitiva entre empresas. Mais do que isso, a astúcia de Sun Tzu é chave para que se entenda as possibilidades de crescimento empresarial em acirradas posições de disputa.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 150-221 – Visão de Cleon Gostinski

Bauer associa a teoria da complexidade ao contexto empresarial, definindo diferentes visões para as organizações no contexto atual.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Bauer considera que a normatividade é essencial para se estabelecer a coerência da atividade empresarial. Contudo, a Organização Casual Clássica, que tem como base este fundamento mostra-se um modelo em franco esgotamento.  Na verdade, a “Teoria da Transformação” discute novas formas de adaptação empresarial, que podem ser identificadas através de quatro tipos de organização: a Caótica, a Auto-organizante, a Auto-poiética e a Evolutiva por Saltos, que não são estanques entre si, pelo contrário, admitem configurações comuns, sempre dependendo da evolução e perfil de negócio.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 63-149 – Visão de Cleon Gostinski

Para se compreender como as Associações Humanas podem se dar como Sistemas, Bauer propõe interessantes correlações que fundamentam a contestação do paradigma Cartesiano Newtoniano em favor de uma visão de complexidade.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Considerando as teorias de Maturana e Varela se compreende através da Autopoiesis que os indivíduos, a sociedade, o planeta Terra e até mesmo o Espaço Sideral estão subordinados a um sistema estratificado. Assim, as Associações Humanas como as organizações, as empresas, os grupos sociais e a família vivem em condição de autotranscendência. Na verdade, Bauer defende que vive-se em um paradigma de cenários encadeados e de mudanças contínuas, onde a comunicação promove, no âmbito das relações humanas, as condições de complexidade múltiplos estímulos espontâneos, induzidos e/ou aleatórios. Neste enfoque, a transdisciplinaridade pode capacitar para que se compreenda uma “ordem” relativa em um Estado Caótico. Considerando a existência de inúmeras variáveis se reconhece que a compreensão do universo de fenômenos a que todos estão sujeitos é extremamente limitada, mas que em função da identificação de propriedades emergentes em cada composto de variáveis é possível delinear atratores, responsáveis por resultados e desencadeamento das mudanças contínuas. Assim, se constrói o Caos Determinístico que implica na evolução, involução ou extinção dos sistemas.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 17-61 – Visão de Cleon Gostinski

Avaliando o texto de Bauer verifica-se que seu pensamento esta centrado em descrever e comparar primordialmente dois paradigmas atualmente em andamento na sociedade global: o voltado para uma visão de simplificação dos fenômenos – conhecido como cartesiano e outro que reconhece a existência da complexidade – denominado sistêmico.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Foi definido como foco principal da análise as relações de antagonismo entre os paradigmas 1 e 2 dominantes e que são motivo de uma legítima revolução científica, pois o que versa sobre complexidades aponta claras anomalias no positivista, promovendo severas mudanças no modo de pensar e agir da sociedade. Considerando ainda a existência de um terceiro paradigma primordial, o Aristotélico-Tomista, que percebe a realidade como um misto de ciência e realidade, procura-se entender como todos contribuem e estão a contribuir para futuras ações empresariais. Reconhece-se que foi através dos primeiros passos da revolução tecnológica que se estabeleceram as bases das teorias de administração, ainda hoje essencialmente ligadas ao paradigma 01, mesmo que muito já se tenha evoluido.
Em uma perspectiva comparativa verifica-se contudo, permeabilidade entre os dois paradigmas a partir da contestação de valores como “progresso acima de tudo” e o “homem onipotente“, da aceitação que é fundamental a existência de uma “normatividade” e de que o homem precisa reconhecer sua “responsabilidade” e “dependência do sistema global“. Só desta forma será possível que as organizações se conscientizem  das complexidades inerentes a suas ações como “um sistema de relações e interaçõesprodutivas.

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