Espaço, Identidade e Organização

Em seu artigo Espaço, Identidade e Organização, Gustave-Nicolas Fischer, discute a dimensão dos espaços físicos nas organizações como forma de entender as relações de trabalho. Ele parte da compreensão de uma Psicologia Ambiental para estabelecer os aspectos humanos relevantes nas relações de interação dos indivíduos nas empresas. Discute assim, aspectos importantes como território, dominação territorial, demarcação de territórios, o espaço pessoal e os processos de apropriação de espaços. Ele demonstra que o espaço é o espelho da organização, discutindo a sua evolução a partir do modelo taylorista a uma nova dinâmica comportamental consonante com a empresa atual e com suas realidades culturais. Avança ainda, no sentido de ponderar sobre novas perspectivas de equacionamento do espaço a partir dos avanços tecnológicos, como resumido na figura, a seguir.

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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 232 a 291 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters coloca as pessoas em uma nova dimensão no que diz respeito às relações de trabalho nas empresas conectadas com o futuro:

Peters, primeiramente, estabelece que o talento é a grande fonte geradora de valor nas empresas preocupadas com a evolução da realidade. Mais do que isso, ele acredita que os profissionais do futuro precisam caracterizar-se como marcas. A educação também é alvo de avaliações do autor, que determina a necessidade de uma verdadeira revolução dos processos de ensino, uma educação por projetos. Além disto, Peters afirma que os dirigentes empresariais precisam tomar novos rumos em seus comportamento de liderança, constituindo um time totalmente focado na construção de ações UAU!“.

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PETERS, Tom. Reimagine: excelência nos negócios numa era de desordem – Páginas 192 a 231 – Visão de Cleon Gostinski

Tom Peters estabelece que as empresas conectadas com o futuro reconhecem que são necessárias novas formas de estabelecer as relações de trabalho.

Peters argumenta que a ação empresarial deve se reconfigurar através de ações por projetos, onde o objetivo central é desenvolver contínuas ações de inovação. Neste perspectiva e para que se alcance sucesso, as relações de poder devem ser entendidas em novas dinâmicas, onde o agir e o comando são funções incrementais. Só assim , o processo de vendas poderá se traduzir em altos níveis de performance.

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