SUN TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais – Páginas 90 a 141 – Visão de Cleon Gostinski

Sun Tzu define princípios fundamentais sobre estratégias militares na antiguidade que podem ser associados ao contexto competitivo empresarial dos dias atuais.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Um dos grandes méritos de Sun Tzu era entender que as ações militares obtêm sucesso de acordo com a movimentação dos exércitos. Neste sentido, eles estabeleceu uma série de princípios norteadores dependentes desta perspectiva.  Avaliando as condições dos terrenos de batalha, as qualidades do seu exército e antecipando as ações de seus inimigos, ele define decisões clássicas e indica o que fazer frente à nove possíveis cenários de combate. Sun Tzu atrela imprescindíveis qualidades que o comandante deve possuir e prioridades que necessita impor para a obtenção de vitórias. Igualmente importante, é a sua visão sobre o relacionamento do líder com seus contingentes militares: diversas questões decisivas para o triunfo nas guerras.

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SUN TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais – Páginas 55 a 89 – Visão de Cleon Gostinski

Sun Tzu define princípios fundamentais sobre estratégias militares na antiguidade que podem ser associados ao contexto competitivo empresarial dos dias atuais.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Mais do que estrategista, Sun Tzu era um líder brilhante. Tinha qualidades excepcionais para a interpretação e ação frente aos mais complexos contextos.  Sua visão do mundo era orgânica, diferente dos seus oponentes que evidentemente implementavam suas ações em perspectiva objetiva. A base das reflexões de Sun Tzu era a análise dos pontos fortes e fracos, tanto dos oponentes como de si mesmo. A partir disto, definia diferentes possibilidades de confrontos a fim de sempre obter vantagens competitivas, obtidas através de manobras sempre meticulosamente planejadas.

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SUN TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais – Páginas 13 a 54 – Visão de Cleon Gostinski

Sun Tzu define princípios fundamentais sobre estratégias militares na antiguidade que podem ser associados ao contexto competitivo empresarial dos dias atuais.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Usando uma lógica própria, mas também atrelada à rituais, ao misticismo e a códigos de conduta, o general Sun Tzu desenvolveu uma filosofia única para a Operação de Guerra, que envolvem fatores de análise estratégica e princípios claros para a tomada de decisões. Em conjunto, eles determinam posições e táticas a serem seguidas.  Estes ensinamentos que levaram Sun Tzu, partindo de uma pequena porção de terra, a conquistar praticamente todo o território chinês na antiguidade, podem ser extrapolados para a atual dinâmica competitiva entre empresas. Mais do que isso, a astúcia de Sun Tzu é chave para que se entenda as possibilidades de crescimento empresarial em acirradas posições de disputa.

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BAUER, Ruben. Gestão da mudança: caos e complexidade nas organizações – páginas 17-61 – Visão de Cleon Gostinski

Avaliando o texto de Bauer verifica-se que seu pensamento esta centrado em descrever e comparar primordialmente dois paradigmas atualmente em andamento na sociedade global: o voltado para uma visão de simplificação dos fenômenos – conhecido como cartesiano e outro que reconhece a existência da complexidade – denominado sistêmico.

No mapa conceitual, a seguir, uma visão perceptiva de interesse para a disciplina marketing estratégico:

Foi definido como foco principal da análise as relações de antagonismo entre os paradigmas 1 e 2 dominantes e que são motivo de uma legítima revolução científica, pois o que versa sobre complexidades aponta claras anomalias no positivista, promovendo severas mudanças no modo de pensar e agir da sociedade. Considerando ainda a existência de um terceiro paradigma primordial, o Aristotélico-Tomista, que percebe a realidade como um misto de ciência e realidade, procura-se entender como todos contribuem e estão a contribuir para futuras ações empresariais. Reconhece-se que foi através dos primeiros passos da revolução tecnológica que se estabeleceram as bases das teorias de administração, ainda hoje essencialmente ligadas ao paradigma 01, mesmo que muito já se tenha evoluido.
Em uma perspectiva comparativa verifica-se contudo, permeabilidade entre os dois paradigmas a partir da contestação de valores como “progresso acima de tudo” e o “homem onipotente“, da aceitação que é fundamental a existência de uma “normatividade” e de que o homem precisa reconhecer sua “responsabilidade” e “dependência do sistema global“. Só desta forma será possível que as organizações se conscientizem  das complexidades inerentes a suas ações como “um sistema de relações e interaçõesprodutivas.

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